domingo, 10 de janeiro de 2010

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sábado, 28 de novembro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

5 Minutos - Para Li e Ju


Com direito a oniguiri!

domingo, 20 de setembro de 2009

Bill Viola - A gênese da expressão capturada no tempo

Quando você torna uma experiência mais lenta, você abre essa coisa e a torna possível de ser penetrada e ser percebida. Como um sorriso rápido, um pequeno sorriso, que na vida real dura dois segundos, eu com a minha câmera fazemos durar dois minutos." (Bill Viola)




A antiga iconografia cristã como referência e a reconstituição, adaptada ao presente, é o mote de uma série de vídeos de Bill Viola. Um desafio na captura da emoção representada. Um jogo com o tempo. Em segundos, apesar da câmera lenta, o artista nos lança a um passado remoto.







Vídeo inspirado na pintura Visitação de Pontormo (1494-1557).

Tudo é poesia menos a poesia

A poesia e suas formas de expressão.
Eu estava pesquisando sobre o trabalho de Bill Viola, e encontrei essa série de vídeos.
É incrível, um curso sobre vídeo-arte, vídeo-poesia, poesia experimental, enfim, está lá disponível, muito bem produzido.
Indispensável. Direto para os favoritos.


Capítulo 11 - La poesía del vídeo from Literalia Television on Vimeo.


Em seguida posto sobre o Bill Viola.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Ainda novela

Outra coisa interessante na novela de Manoel Carlos é a presença de Maria Gadú na trilha sonora.
Essa moça vai surpreender o Brasil com sua voz e musicalidade.
Além de cantar, ela toca e compõe. Letras maduras para uma compositora tão jovem. Melodias marcantes.
Aqui minha favorita:


Já tinha visto Maria Gadú, ainda Maíra, cantar em um barzinho, ao lado do Guarani, antes dos ouvidos globais a terem descoberto. Miudinha, magrinha, soltou a voz e virou gigante. Voz de presença, que contraria a lei da física que afirma que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. A voz da menina pode.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Autor Desconhecido


Multitud. 1982. Antonio Saura.


Autor desconhecido

Escrevo o que me dá na telha
Goteira
Rimo pobre
Miséria e histeria
Falo de mim
pé quebrado
engessado
ximfrim
superficial
patético
volto sempre
a falar de mim
em cada texto
se morre
em cada texto
se mata
num anonimato sem fim